domingo, 30 de janeiro de 2011

Mais uma vez... Obrigado!

Uma família inglesa viajava para a Escócia nas férias de verão. A mãe e o pai ansiavam  por se divertir com o filho pequeno nas belas paisagens escocesas.


Um dia o menino saiu andando pelos bosques sozinho e chegou a um açude. 

Como qualquer garoto da sua idade tirou a roupa e mergulhou. Mas estava totalmente despreparado para o que aconteceu a seguir...Antes que pudesse usufruir as delícias da água, foi tomado por uma violenta cãibra.

Lutando para manter-se na superfície, gritou por socorro. A luta pela vida estava quase perdida, quando de repente, um menino de uma fazenda próxima, ouviu os gritos desesperados e correu para salvar o Inglês.

O pai do quase afogado ficou muito grato, é claro, e quis conhecer o salvador do filho. No dia seguinte se encontraram e o Inglês perguntou ao corajoso rapazinho quais eram seus planos para o futuro.

O garoto respondeu: - Acho que vou ser fazendeiro como meu pai.

O pai agradecido fez outra pergunta: - E você gostaria de ser alguma outra coisa?

- Ah! Sim. Eu sempre quis ser médico, mas somos pobres e minha família não pode pagar pelos estudos, respondeu o menino.

- Muito bem, disse o Inglês. Você pode seguir seu desejo e estudar medicina.
Tome todas as providências e eu arco com as despesas.

Assim o garoto escocês veio a ser médico.

Anos depois, em dezembro de 1943, Winston Churchill, ficou gravemente doente, com pneumonia, no norte da África. Avisaram Alexander Fleming, que havia descoberto uma droga miraculosa, chamada penicilina.

Dr. Fleming imediatamente embarcou em um avião para África levando o remédio para o Primeiro Ministro e salvou pela segunda vez a sua vida. Pois era Winston Churchill o menino Inglês que Alexander Fleming tinha socorrido muitos anos antes.

Texto: Momento Espírita
Ilustração: wikipédia

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

De uma amiga para grandes amigos

Recebi, no início de ano, de minha querida amiga e vizinha Rosana Madjarof do blog Saudades e Adeus - www.saudadeeadeusselos.blogspot.com  - o selo Super Blog - Eu admiro este blog.

Repasso a amigos que aprendi a gostar de há muito, são eles:

Minha querida prima Valéria Braz poeta do blog Sobre Tudo Um Pouco - www.valeriabraz.blogspot.com/ - (não digam que é proteção).

Para minha amiga de muito tempo Mary Miranda (Moça Bonita) do blog Fatos de Fato - http://www.marymiranda-fatosdefato.blogspot.com/ .

Para o Caro Roberto Garighan do Blog do Garighan - http://www.garighan.blogspot.com/  - a quem aprendi a admirar.

E dedico o selo, como uma homenagem especial, ao saudoso Renato Trindade do Quiosque Azul - www.quiosqueazul.com.br - que espero esteja lá no azul de um plano melhor.

Estejam todos a vontade para aceitar ou não este mimo.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A escolha

Jerry sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém perguntava: Como vai você?, ele prontamente respondia: Vou muito bem!
Jerry era gerente de uma cadeia de restaurantes. Todos os garçons seguiam seu exemplo porque ele era verdadeiramente motivador.
Seu lema era: Toda manhã, ao acordar, penso em que tenho duas escolhas. Viver muito bem o dia ou viver mal. Sempre que acontece algo desagradável, posso escolher ser vítima da situação ou aprender algo com isso. Sempre escolho aprender algo.
Certo dia, ele deixou a porta dos fundos aberta e foi rendido por três assaltantes armados.
Tentando abrir o cofre, sob a mira de armas, ele ficou nervoso e errou a combinação.
Os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram.
Socorrido a tempo, depois de dezoito horas de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Jerry foi liberado do hospital.
Um amigo foi visitá-lo e lhe perguntou o que é que passara por sua mente quando os ladrões invadiram o restaurante.
A primeira coisa que veio à minha cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos fundos.
Depois, enquanto estava baleado no chão, lembro-me que tinha duas escolhas: eu podia escolher viver ou podia escolher morrer. Escolhi viver.
Os paramédicos foram excelentes e ficaram me dizendo que tudo ia dar certo.
Mas, quando cheguei à sala de cirurgia, vi as expressões no rosto dos médicos e das enfermeiras. Em todos eu lia: "Ele é um homem morto."
Fiquei com medo e sabia que tinha que fazer alguma coisa.
Foi então que uma enfermeira perguntou se eu era alérgico.
"Sim", foi a resposta imediata.
Os médicos e enfermeiras pararam imediatamente esperando pela complementação da resposta.
Respirei fundo e falei: "Sou alérgico a balas."
Enquanto todos riam, eu lhes disse: "Eu estou escolhendo viver. Operem-me como se eu estivesse vivo, e não morto."
Meses depois, apresentando fragmentos de balas pelo corpo e muitas cicatrizes, ele continuava a ser a imagem do otimismo.
Ele sobreviveu, graças à habilidade dos médicos, mas também por sua atitude decidida.

Baseada no texto "Atitude é tudo, Paul Picchnoff Junior.

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