sexta-feira, 31 de julho de 2009

Você é responsável por aquele que cativa

Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry nasceu em 29 de junho de 1900, em Lyon – vindo a falecer durante uma missão de reconhecimento no Mar Mediterrâneo sobre Grenoble e Annecy em 31 de julho de 1944.

Foi escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial.

Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilômetros da costa de Marselha. Seu corpo jamais foi encontrado e o alemão Horst Rippert assumiu ser o autor dos tiros responsáveis pela queda do avião e disse ter lamentado a morte de Saint-Exupéry.

Suas obras foram caracterizadas por alguns elementos em comum, como a aviação, a guerra. Também escreveu artigos para várias revistas e jornais da França e outros países, sobre muitos assuntos, como a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França.

No entanto, deve-se dar uma atenção à obra, “O pequeno príncipe” (O Principezinho, em Portugal) (1943), romance de maior sucesso de Saint-Exupéry foi escrito durante o exílio nos Estados Unidos sendo difícil para muitos imaginar que um livro assim pudesse ter sido escrito por um homem como ele.

O pequeno príncipe é uma obra aparentemente simples, mas, apenas aparentemente. É profunda e contém todo o pensamento e a "filosofia" de Saint-Exupéry. Apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geômetra, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros. O pequeno príncipe vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho. Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranqüilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu descobrir o segredo do que é realmente importante na vida.

É uma obra que nos mostra uma profunda mudança de valores, que ensina como nos equivocamos na avaliação das coisas e das pessoas que nos rodeiam e como esses julgamentos nos levam à solidão. Nós nos entregamos a nossas preocupações diárias, nos tornamos adultos de forma definitiva e esquecemos a criança que fomos.
Dados internet

quarta-feira, 29 de julho de 2009

A agulha e a linha (Machado de Assis)


Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

Texto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática
ilustração: internet

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Dois poemas de Guilherme de Almeida

Guilherme de Almeida, o Príncipe dos Poetas Brasileiros, nasceu em 24 de julho de 1890, em Campinas, SP, foi uma personalidade de destaque nos meios intelectuais e sociais como poeta, jornalista, advogado, cronista, tradutor, além de desenhista e profundo conhecedor de cinema. Faleceu em 1969, em São Paulo, SP, no dia 11 de julho.




Esta vida


Um sábio me dizia: esta existência,
não vale a angústia de viver.
A ciência, se fôssemos eternos, num transporte
de desespero inventaria a morte.
Uma célula orgânica aparece
no infinito do tempo.
E vibra e cresce
e se desdobra e estala num segundo.
Homem, eis o que somos neste mundo.

Assim falou-me o sábio e eu comecei a ver
dentro da própria morte, o encanto de morrer.

Um monge me dizia: ó mocidade,
és relâmpago ao pé da eternidade!
Pensa: o tempo anda sempre e não repousa;
esta vida não vale grande coisa.
Uma mulher que chora, um berço a um canto;
o riso, às vezes, quase sempre, um pranto.
Depois o mundo, a luta que intimida,
quadro círios acesos : eis a vida

Isto me disse o monge e eu continuei a ver
dentro da própria morte, o encanto de morrer.

Um pobre me dizia: para o pobre
a vida, é o pão e o andrajo vil que o cobre.
Deus, eu não creio nesta fantasia.
Deus me deu fome e sede a cada dia
mas nunca me deu pão, nem me deu água.
Deu-me a vergonha, a infâmia, a mágoa
de andar de porta em porta, esfarrapado.
Deu-me esta vida: um pão envenenado.

Assim falou-me o pobre e eu continuei a ver,
dentro da própria morte, o encanto de morrer.

Uma mulher me disse: vem comigo!
Fecha os olhos e sonha, meu amigo.
Sonha um lar, uma doce companheira
que queiras muito e que também te queira.
No telhado, um penacho de fumaça.
Cortinas muito brancas na vidraça
Um canário que canta na gaiola.
Que linda a vida lá por dentro rola!

Pela primeira vez eu comecei a ver,
dentro da própria vida, o encanto de viver.



Flor do Asfalto


Flor do asfalto, encantada flor de seda,
sugestão de um crepúsculo de outono,
de uma folha que cai, tonta de sono,
riscando a solidão de uma alameda...

Trazes nos olhos a melancolia
das longas perspectivas paralelas,
das avenidas outonais, daquelas
ruas cheias de folhas amarelas
sob um silêncio de tapeçaria...

Em tua voz nervosa tumultua
essa voz de folhagens desbotadas,
quando choram ao longo das calçadas,
simétricas, iguais e abandonadas,
as árvores tristíssimas da rua!

Flor da cidade, em teu perfume existe
Qualquer coisa que lembra folhas mortas,
sombras de pôr de sol, árvores tortas,
pela rua calada em que recortas
tua silhueta extravagante e triste...

Flor de volúpia, flor de mocidade,
teu vulto, penetrante como um gume,
passa e, passando, como que resume
no olhar, na voz, no gesto e no perfume,
a vida singular desta cidade!

terça-feira, 7 de julho de 2009

A primeira pedra

Malba Tahan

Conta-se que viveu outrora, na cidade de Basra, um sultão que era homem muito generoso e sábio - Alá porém é mais sábio! - cheio de bondade e valentia, de nobreza e poderio, que se chamava Malyan El-Vadan.

Um dia, tendo esse poderoso monarca saído a passear sozinho pelos arredores de seu palácio, avistou de longe, quatro homens em atitude agressiva, rodeando uma mulher.

A infeliz, atirada ao chão, ocultando o rosto entre as mãos descarnadas, chorava desesperadamente.

Ao serem surpreendidos pelo rei, ficaram todos mudos de espanto e medo. O sultão, sem demora, os reconheceu: um deles era o vizir Kolahid; o outro o cádi Namã; o terceiro o rico Salah; o último, Radjala, o orgulhoso - todos, enfim, nobres e poderosos senhores da corte.

Que fez esta mulher? inquiriu, sereno, o sultão.

- É uma ladra, o Emir dos Crentes - respondeu Kolahid - foi por nós surpreendida, agora, quando estava a roubar frutas em vosso pomar.

- Roubei para meus filhinhos - soluçava a pobre rapariga - eles têm fome. Eu não tenho nada para lhes dar!

- Que diz a lei? - tornou em tom severo o sultão.

- Rei generoso! acudiu Hadjalá, inclinando-se humildemente - A lei é bem clara. Diz o Alcorão, o nosso livro sagrado, que se deve cortar a mão direita do ladrão. Estou bem certo, ó Rei, que é esse o castigo que cabe a essa pecadora!

- Na minha opinião - interveio o monarca, esta infeliz deve ser perdoada. Não se trata, absolutamente de uma ladra, pois uma pobre mãe desesperada, que rouba para matar a fome de um filho, merece sempre a nossa simpatia e faz juz ao nosso perdão. Alá é clemente e justo! Mas, enfim, como vós a condenastes, ela vai ser por mim castigada com impiedoso rigor.

Depois de pequena pausa, o grande monarca ajuntou:

- Penso, porém, que o castigo que a lei prescreve aos ladrões ainda é pequeno para a falta gravíssima que esta infeliz - segundo vossa opinião - acaba de praticar. Determino, pois, que esta mulher seja imediatamente apedrejada.

Apedrejada! Semelhante sentença, proferida por um homem tão justo e bom como o sultão Malyan, causou, entre os circunstantes, um espanto indescritível.

O emir Kolahid, pálido, tremendo, não sabia o que fazer.

- Emir Kolahid - bradou o sultão, com voz áspera - atirai a primeira pedra.

- Eu não tenho aqui pedra alguma senhor! - balbuciou o emir, mostrando as mãos vazias.

- Atira, então, esta pedra que está em vosso turbante! - ordenou-lhe o rei.

Diante dessa ordem o emir não teve outro remédio. Com grande mágoa no coração arrancou do turbante a valiosa gema que lhe servia de adorno, e atirou-a aos pés da mulher.

- Agora vós. Namã - prosseguiu impassível o sultão - atirai essas pedras que brilham em vossos dedos!

O malvado muçulmano teve assim de despojar-se imediatamente de todos os seus preciosos anéis. A mesma coisa foram obrigados a fazer Salah, o rico, e Hadjalá, o orgulhoso.

Voltando-se finalmente para a mulher, disse o sultão:

- Apanha todas essas pedras, minha filha! Terás, aí, com o que comprar, por toda a vida, o pão e o agasalho para teus filhinhos. Estas livre! Podes partir! Eu também não te condeno: vai-te e não peques mais!

A pobre mulher, entre lágrimas de gratidão, beijou a mão do vizir, seu dono e senhor, tão magnânimo e bom, que sabia fazer um benefício inestimável, castigando, ao mesmo tempo, quatro homens malvados, sem coração.

foto: internet

sábado, 4 de julho de 2009

Saudade de Clara - guerreira, beleza mineira


Clara - guerreira, beleza mineira

Amor Perfeito – Ivor Lancellotti e Paulo César Pinheiro

Você Passa Eu Acho Graça – Adaulfo Alves e Carlos Imperial

Tristeza Pé no chão - Armando Fernandes

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Mensagem a Garcia

Condensado do original, de Elbert Hubbard 22/2/1899

"Quando irrompeu, no século 19, a Guerra entre a Espanha e os Estados Unidos, o que importava era comunicar-se, rapidamente, com o chefe dos revolucionários, Garcia, que se sabia encontrar-se em alguma fortaleza do interior do sertão cubano. Mas sem que se pudesse precisar exatamente onde, era impossível comunicar-se com ele pelo correio ou telégrafo. No entanto, o presidente dos Estados Unidos tinha que assegurar-se da sua colaboração o quanto antes. O que fazer? Alguém lembrou ao presidente: - Há um homem chamado Rowan, e se alguma pessoa é capaz de encontrar Garcia, há de ser Rowan. Foi-lhe então, confiada esta incumbência. Rowan, de imediato, tomou a carta presidencial, meteu-a num invólucro impermeável, amarrou-a sobre o peito e, após quatro dias, saltou de um barco sem coberta, alta noite, nas costas litorâneas de Cuba, embrenhou-se no sertão para, depois de três semanas surgir do outro lado da ilha, atravessando a pé o país hostil e entregando a carta a Garcia.

O que se quer frisar é isto: o presidente deu a Rowan uma carta para ser entregue a Garcia. Rowan pegou-a e nem sequer perguntou: Onde é que ele está? Eis aí um homem cuja estátua devia ser colocada em cada escola do mundo. Não é só de ensinamentos dos livros que a juventude precisa. Precisa, sim, de muita persistência para poder mostrar-se altiva no exercício de um cargo, para atuar com responsabilidade e diligência, para dar conta de uma obrigação. Para, em suma, "levar uma mensagem a Garcia".

O General Garcia não é mais deste mundo, mas há outros "Garcias" no mundo de hoje, em todo lugar. Praticamente todos os homens que se empenhem em levar avante uma empresa, uma instituição, vêem-se envolvidos em momentos de verdadeiro desespero ante a imbecilidade e falta de responsabilidade no cumprimento de suas tarefas (para os quais são pagos), de grande número de homens e mulheres, ante a inabilidade ou falta de disposição de concentrar a mente numa determinada tarefa e fazê-la bem feito. A regra geral que se observa em todos os lugares é desatenção, indiferença irritante, trabalhos mal feitos ou deixados por terminar, não cumprimento dos prazos e horários, etc. Triste realidade!

Você mesmo pode observar a realidade dessas palavras. Experimente dar uma ordem a um seu subordinado, ou pedir um favor a um amigo, sem entrar em detalhes. Raramente encontrará alguém que o olhe calmamente, diga-lhe "Sim, senhor" e execute o que lhe pediu.

Nada disso acontecerá! Sabe o que geralmente acontece? O subordinado ficará perplexo, e fará a você uma ou mais das seguintes perguntas: O que é isto? Onde posso encontrar elementos para executar a tarefa? Fui acaso contratado para fazer isto? E se o Senhor pedisse a fulano para fazer? Precisa disso com urgência? Para que o Senhor quer isto? E mesmo que você responda a todas as perguntas, esse seu subordinado ou amigo irá pedir a um companheiro para que o ajude a "encontrar Garcia" e, depois, voltará para lhe dizer que tal homem não existe ou não foi encontrado...

Esta incapacidade de atuar independentemente, esta invalidez de vontade, esta atrofia de disposição e de iniciativa, para se por em campo e agir, são as coisas que retardam a evolução do homem e da sociedade em que vivemos. Se os homens não tomam a iniciativa de agir em seu próprio proveito, que farão quando os resultados de seu esforço redundar em benefício de todos?

Por enquanto, parece que os seres humanos ainda precisam ser dirigidos. O que mantém muito empregado em seu posto e o faz trabalhar é o medo de, se não o fizer, ser despedido no fim do mês.

Ultimamente se tem ouvido muita expressão sentimental, externando simpatia para com os trabalhadores que realizam atividades de sol a sol e muita palavra dura para com os homens ou mulheres que estão na direção de instituições. Entretanto, se é válida a nossa compaixão para com aqueles menos aptos, vale também uma lágrima para aqueles que se esforçam por levar avante uma instituição, empresas privadas ou públicas, cujas horas de trabalho não estão limitadas ao estabelecido no Contrato de Trabalho ou ao som ou apito de encerramento do turno de trabalho, e envelhecem prematuramente, na incessante luta em que estão empenhados contra a indiferença daqueles que, sem o seu espírito empreendedor, andariam neste mundo sem trabalho e sem salário.

O que é importante exaltar, é o homem que trabalha, seja lá de que lado ele esteja (empregado ou dirigente), rico ou pobre, culto ou inculto. Quem promove o desenvolvimento, quem ajuda as instituições a realizarem bem sua missão, quem moraliza a sociedade é o homem que, ao lhe ser confiada uma "Carta a Garcia", tranqüilamente toma a missiva, sem fazer perguntas tolas e sem a intenção oculta de jogá-la na primeira sarjeta ou lata de lixo que encontrar. Este homem nunca fica sem trabalho.

A civilização humana busca ansiosa, insistentemente, homens e mulheres nestas condições, que encarem com seriedade o papel que lhes cabe na vida ou lhes foi confiado, que atinjam o objetivo que lhes foi traçado.

Precisa-se de homens e mulheres assim em cada cidade, em cada vila, em cada lugarejo, em cada escritório ou fábrica, em cada grupo de trabalho, assumindo plenamente o seu papel.

Precisa-se urgentemente de pessoas que levem "uma mensagem a Garcia".
foto: Kadu M. de Oliveira
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