terça-feira, 30 de setembro de 2008

Selo Sorte e Blog Consciente



No último domingo recebi de meu grande amigo e confrade Geraldo de pharisfaces http://www.pharisfaces.blogspot.com/ dois selos: Selo Sorte e Blog Consciente.











Com carinho e admiração repasso-os aos seguintes blogs:


Recanto da Fenix http://www.recantodafenix.com/ - da minha amiga Karla


Teca Tun http://www.tekatun.blogspot.com/ - da minha cara Telminha


Mega Fácil http://www.megafacil.net/portal - do meu amigo Jackson


Nem vem que não tem http://nemvem-quenaotem.blogspot.com/ - do meu amigo Juan


Lux Salus http://luxsalus.blogspot.com/ do prezado Paulo Pereira



domingo, 28 de setembro de 2008

O que os animais fazem quando os donos saem
























































Bilhete a um garoto


Numa época em que a sociedade brasileira discute assuntos de alta relevância como a descriminalização do aborto e a possibilidade de interrupção de gestação, no caso de bebês anencefálicos, esta crônica, escrita pelo jornalista José Wanderley Dias e publicada pelo jornal Gazeta do Povo em 14 de maio de 1986 merece ser reproduzida.



Oi, garotão...

Tu não lerás este bilhete...
Mas tenho a certeza plena de que tomarás conhecimento do que aqui te direi.
Chegaste e te foste embora... durou muito pouco a tua permanência entre nós.
Poderá alguém dizer, com precipitação, que viveste pouco... teria razão, em termos meramente humanos... E não teria razão no absoluto: posto que viveste e viverás toda a eternidade...
O fato é que a alegria de tua chegada foi logo substituída pela dor de tua partida... A felicidade de tua vinda foi marcada pelo luto de tua despedida.
Valeu a pena tanto sacrifício? Valeu, garotão, fica inteiramente tranqüilo quanto a isto...
O amor não se mede em minutos ou em séculos: é grandeza que não pode ser quantificada, medida, pesada, calculada...
Por isto mesmo é que trouxeste tanto sorriso e levaste contigo tantas lágrimas...
Sabes que aprendemos contigo? Todos nós, garotão...
Porque eras esperado, o esperado... E olha, não apenas no enxoval, tecido e bordado com tanto carinho por mãos de mãe, de tias, de avós...
Eras esperado em cada coração, em cada pensamento...
Tua gestação foi problemática, penosa... E que valor teve. Provou teus jovens pais... Em nenhum instante eles pensaram em desistir do sacrifício, da luta, dos riscos, até mesmo da vida, que o trazer-te ao mundo representava...
Tu foste e és feliz, garotão. Sim, porque nós não acreditamos na morte, senão como começo e garantia de vida sem morrer...
Não passaste pelo dissabor de não seres aceito. Pelo contrário, cada pulsar de teu coração que se formava era a alegria, a esperança, o anelo e sonho de todos que já te queriam bem, antes que nascesses.
Quem nasce das dores aceitas é assim ainda mais querido e amado.
Foi o que aconteceu contigo. As lágrimas não apagavam tua presença e até a faziam mais intensa, mais amada, mais feliz.
Sabes que, como se isso fosse possível mesmo, tu uniste ainda mais os teus pais?
Teu pai se comoveu, como pode um homem comover-se, com o heroísmo de tua jovem mãe. Dores, agonia, sofrimento, nada a afastava da missão e do conforto de trazer-te à luz.
E tua mãe admirou ainda mais teu pai, moço na idade, maduro na tranqüilidade aflita com que via passarem-se as horas de angustiosa expectativa, de presságios e de pressentimentos.
E os dois se uniram. Compreendiam que vinhas do alto. Por isto aceitaram, ainda que o fizessem em pranto, que para o alto voltasses minutos após tua chegada.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Um Sorriso


Ela sorriu descontraída para um triste desconhecido que passava.
O sorriso dela fez com que ele se sentisse muito melhor.
Ele lembrou-se de uma bondade passada de um amigo e lhe escreveu uma carta de agradecimento.
O amigo ficou tão satisfeito com o agradecimento que deu uma grande gorjeta após o almoço.
A garçonete, surpreendida pelo tamanho da gorjeta, apostou tudo confiando em um pressentimento.
No dia seguinte descobriu que ganhara e deu boa parte a um mendigo na rua.
O mendigo ficou agradecido; há dois dias não tinha o que comer.
Depois que terminou seu jantar, ele foi para seu sujo e pequeno quarto nos fundos de um velho casarão (Não sabia que iria enfrentar a morte).
No caminho recolheu um filhote de cachorro que tremia de frio e o levou, nos braços, para casa e o cãozinho começou a se aquecer.
O filhote de cachorro ficou muito agradecido por estar protegido do frio.
Naquela noite a casa pegou fogo.
O filhote de cachorro latiu dando o alarme.
Latiu até que acordou a casa inteira e salvou todos.
Um dos meninos que se salvou cresceu, estudou e tornou-se presidente.
Tudo isto por causa de um simples sorriso.
E isso não custou nem um centavo.

Recebido sem nome do autor


quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Bolo de Caneca



Preparado na própria caneca em que irá ser consumido em apenas 03 minutos no forno microondas.
Ingredientes:
· 1 ovo pequeno
· 4 colheres (sopa) de leite
· 3 colheres (sopa) de óleo
· 2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó
· 4 colheres (sopa) rasas de açúcar
· 4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
· 1 colher (café) rasa de fermento em pó
Modo de Preparo:
· Coloque o ovo na caneca e bata bem com um garfo.
· Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e bata mais.
· Acrescente a farinha e o fermento e mexa delicadamente até incorporar.
· Leve ao microondas por 03 minutos na potência máxima.
Dicas Importantes
· A caneca deve ter capacidade de 300 ml. (se for menor transbordará, se maior penderá para um dos lados).
· A medida de colher é sempre rasa.
· Este bolo pode ser servido, ainda quente, com coberturas, caldas, castanhas e sorvete.
A facilidade está em poder bater os ingredientes na própria caneca para ser levada ao microondas por 03 minutos.
A massa crua é mais mole que a de um bolo normal, mas é assim mesmo.
Atenção
Não aumente a farinha ou terá um bolo duro.
Se o microondas for muito potente diminua um pouco o tempo.

domingo, 21 de setembro de 2008

Rebatendo crítica ao filme de Bezerra de Menezes




A revista Veja veiculou na edição desta semana matéria sobre o filme Bezerra de Menezes – O Diário de um Espírito.
Respeitado o direito de manifestação, entendo que o articulista não foi muito feliz, não só pelo desconhecimento da Doutrina Espírita (fato que não será analisado), mas, principalmente, pela absoluta falta de pesquisa, quando da redação do texto, ficando claro, pelos vazios de informação, que não houve uma análise criteriosa de como surgiu o filme.
Afirma tratar-se de uma produção “mambembe”, encomendada por uma entidade espírita e que uma representante da Federação Espírita Brasileira (FEB), que conhece a fundo a vida de Bezerra de Menezes, disse que o “filme deixa muito a desejar”.
Sem dúvida, o filme nasceu de uma encomenda feita aos diretores pela Associação Estação da Luz, do Ceará. Faltou lembrar que a idéia inicial era fazer um documentário para distribuição em DVD, com custo aproximado de R$ 100 mil, tendo o projeto crescido, principalmente, depois de ser testado junto aos participantes de um congresso de espiritismo na Colômbia, conforme o Estadão de 05 de setembro último (Caderno 2).
O filme não foi feito visando os estudiosos da biografia do “médico dos pobres”, mas sim aqueles que lotam as salas de cinema, para se emocionarem com os exemplos de vida de Bezerra de Menezes, não importando se tal ocorre às segundas e quartas (quando o ingresso é mais barato), como quer fazer crer a matéria.
O jornalista é no mínimo deselegante quando escreve que as “interpretações são um assombro”, pois ele mesmo afirma serem os “atores desconhecidos”. Faz pouco de Caio Blat e esquece-se de citar as presenças no elenco de atores renomados como Ana Rosa e Paulo Goulart Filho.
A alegação de ter a produção “imagens embaraçadas” e “roteiro tosco” deve ser recebida com reservas, por se tratar apenas e tão somente da opinião do articulista, que não é nenhum renomado diretor de cinema.
Afora isto, não se preocupou em entrevistar o público que tem assistido ao filme.
Ora, fosse o mesmo um “desastre”, as salas de espetáculo não estariam lotadas há várias semanas, mesmo se aceita a colocação de “propaganda boca a boca”, constante no texto.
Afora isto, Carlos Vereza, afirmou com propriedade, em entrevista ao site “tv.CEI.com” que o filme não foi feito para grandes bilheterias mas para tocar as pessoas e o inconsciente coletivo
Ninguém esperava, portanto, uma mega produção, só os críticos de plantão.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Oração sem nome




“Meu Deus escuta; jamais falei contigo,
Hoje quero saudar-Te. Bom-dia! Como vais?
Disseram-me que não existes.
E eu, tolo, acreditei.


Nunca havia admirado a tua obra.
Ontem à noite, da trincheira destroçada por granadas,
Vi o teu céu estrelado
E compreendi então que me enganaram.


Não sei se me apertarás a mão.
Vou te explicar e hás de compreender.
É curioso: Neste hediondo inferno
Achei a luz para enxergar teu rosto.


Dito isto, já não tenho muita coisa a contar:
Só que... tenho muito prazer em conhecer-te.
À meia-noite, iremos ao ataque.
Não sinto medo, meu Deus, sei que tu velas...


Ah! Eis o clarim! Bom Deus devo ir-me embora,
Gostei de ti, vou ter saudades... Quero dizer!
Será cruenta a luta, bem o sabes,
E esta noite pode ser que eu vá bater à tua porta!


Muito amigos não fomos, é verdade.
Mas... sim, estou chorando!
Como vês, Deus, penso que já não sou tão mal.
Bem, tenho de ir. É coisa rara a sorte.
Juro, porém: já não receio a morte...”



Ninguém conhece o autor deste poema.Foi encontrado em pleno campo de batalha no corpo de um soldado. Do rapaz estraçalhado por uma granada restava apenas intacta, esta folha de papel...


Do livro Mensagens dos Mestres
foto do filme "A Balada do Soldado" - Russia 1959

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Premio Dardos - Meu primeiro selo



Com muita alegria recebi o meu primeiro selo, presente de minha amiga Dani do blog Mundo Insano.

Será guardado com carinho por se tratar da primeira conquista.


Repasso-o com sincera admiração aos seguintes blogs:


1 - O Recanto da Fênis - Karla http://www.recantodafenix.com
2 - pharis faces - Geraldo http://www.pharisfaces.blogspot.com
3 - Construindo Riquezas - Taty http://www.construindoriquezas.com
4 - Nem Vem Que Não Tem - Juan http://nemvem-quenaotem.blogspot.com
5 -Estrondo - Nando http://estrondo.wordpress.com

domingo, 14 de setembro de 2008

Análise sintática de um encontro amoroso

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.
E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém a ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.
É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício.
O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
Redação de uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal De Pernambuco - (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.

sábado, 13 de setembro de 2008

Essas brechas da lei...



Esta narrativa foi contada como sendo verdadeira, inclusive foi a vencedora de uma competição de histórias de advogados.
Na cidade de Charlotte, localizada no estado da Carolina do Norte, um advogado, depois de haver ganho uma bela causa, resolveu comprar uma caixa de charutos raros e, por conseguinte, bem caros.
Logo após a valiosa aquisição contratou uma apólice de seguros contra incêndios e outros riscos.
Depois de ter fumado todo o estoque de charutos, num período relativamente curto, o jurisconsulto notificou a seguradora, a fim de que a mesma lhe pagasse a apólice contratada, alegando que os charutos haviam se perdido numa série de pequenos incêndios.
Naturalmente a companhia seguradora se recusou a pagar, face a obvia razão de o referido cidadão haver dado cabo dos referidos charutos de modo natural, ou seja, fumando-os.
O advogado propôs uma ação contra a segurada e ganhou a causa.
Na sentença, o juiz declarou ser frívola a argumentação, mas reconheceu ter havido a contratação de uma apólice de seguros, na qual a seguradora concordou em assegurar os charutos contra fogo, sem definir o que seria considerado “fogo inaceitável”, e, por isso, estava obrigada a pagar o valor pleiteado.
A companhia seguradora, ao invés de apelar ao Tribunal, aceitou a decisão e resolveu pagar ao advogado a bagatela de US$15.000, face a “perda dos charutos raros queimados no incêndio”.
Nem bem o advogado recebera o polpudo cheque, a companhia de seguros requereu a sua prisão alegando que o mesmo houvera causado 24 incêndios premeditados.
A própria reivindicação do advogado e a jurisprudência do seu caso foram usadas contra ele mesmo, e o brilhante causídico foi condenado por incendiar intencionalmente, bens móveis de sua propriedade, cobertos por seguro contra fogo, a 24 meses de prisão, além do pagamento de US$20.000 de multa.

Baseado no artigo “Cuidado com a Jurisprudência” - Reflexão Matinal

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Mensagem de Bezerra de Menezes


O ESPÍRITA CRISTÃO NO MUNDO ATUAL




Filhos e filhas do coração!
As nobres conquistas da Ciência ergueram a criatura humana ao elevado patamar da inteligência.
A tecnologia de ponta alargou-lhe os horizontes no macro e no microcosmo.
É necessário, no entanto, que o ser humano, deslumbrado pelas conquistas de fora, não esqueça das conquistas sublimes do seu mundo interior.
A sociedade voluptuosa avança esmagando as outras culturas através das denominações nacionais.
Armado para a beligerância o mundo confirma fronteiras e, a cada momento estouram rebeliões.
Aqueles que conhecemos Jesus, no entanto, deveremos respeitar as fronteiras geográficas, sim, mas, considerar as fronteiras espirituais e nos integrarmos no trabalho do amanho da terra do sentimento, através da abnegação e do amor.
Não mais interrogações injustificáveis a respeito da volúpia e do prazer transitórios.
Chega o momento do amadurecimento interno, enriquecedor, para que realmente a felicidade permaneça em nosso mundo íntimo ajudando-nos a entesourar os dons que prosseguem eternamente.
Vossos guias espirituais ouvem os vossos apelos. Recebem as vossas súplicas e vêm, pressurosos, atender-vos. Nada obstante, muitas vezes, enclausurados na revolta, no ressentimento não lhes permitis a comunicação ideal para as soluções de que tendes necessidade.
Dulcificai-vos, abrandai esses impulsos estimulados pelas propostas da mídia desvairada, compadecendo-vos das vítimas, sem vos esquecerdes dos algozes.
Quando alguém delinqüe cometendo um crime, às vezes, hediondo, e a fúria se vos instala, desejando linchamento, morte, justiça, considerai que o perverso é profundamente infeliz, que o sicário de vidas é um doente interno, no qual predomina a herança primitiva da barbárie.
Como podiam os carrascos nazistas matar no campo de concentração e, chegar em casa sorridentes, afetuosos, bons esposos e bons pais?
Essa fragmentação da psique fazia que uma área do cérebro lhes desse a visão de estarem agindo corretamente, tanto nas câmaras de extermínio, nas experiências científicas perversas, como no doce aconchego da família.
Foi para fortalecer o anjo que existe em nós que Jesus veio.
Não permitamos que esse anjo se debilite ante os impactos das circunstâncias perturbadoras do momento.
A Sua proposta é de que tenhamos vida e vida em abundância.Vida em abundância é Amor!
Nunca será demasiado repetirmos a necessidade do Amor na construção do ser novo que se dirige para Deus.
Médiuns, que todos somos – do Bem ou das aflições; da Verdade ou da ignomínia - busquemos a sintonia perfeita com Jesus e nos entreguemos às Suas mãos, porque, na condição de Pastor de Misericórdia, guiar-nos-á no Seu rebanho ao aprisco da paz.
Que Deus vos abençoe, meus filhos.
É o que vos deseja, o servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra.


Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, ao término da conferência pública realizada no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, na noite de 14 de agosto de 2 008

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Como ter ervas aromáticas o ano inteiro


Contar com um cultivo de ervas aromáticas na cozinha, além de ser um prazer na hora de preparar um prato, garante o abastecimento em qualquer época do ano. Veja como fazer isso.

Você precisa de

Vasos
Terra
Sementes
Sacos plásticos transparentes

Passos

1 - Providencie vários vasos para fazer semeaduras ao longo do tempo que lhe garantam plantas durante o ano todo.


2 - Coloque as sementes para germinar e, quando isso acontecer e a planta tiver crescido um pouco, passe para o vaso. Você também pode semeá-las diretamente no vaso.

3 - Se você fizer a semeadura direto na terra, evite colocar as sementes muito no fundo, porque retardaria o processo de germinação. As sementes devem ficar cobertas por uma camada de terra cuja espessura não seja maior do que o triplo do tamanho das sementes.

4 - Umedeça a terra para criar as condições favoráveis à germinação. Coloque o vaso longe de fontes de calor e umidade.

5 - Cubra o vaso com um saco de plástico transparente para criar um microclima ideal dentro da cozinha e estimular o crescimento das plantas.

6 - Examine os vasos regularmente para, quando as plantas germinarem, retirar os sacos e permitir o crescimento normal.

7 - Reserve sementes para repetir o procedimento um mês depois da primeira semeadura. Assim, quando as primeiras plantas murcharem, você terá outras de reserva já prontas para florescer.

Importante

• Quando cortar o que precisar usar nas suas receitas, procure não cortar a ponta da planta para evitar que ela murche rapidamente. Escolha sempre os brotos que estiverem mais perto das raízes.

sábado, 6 de setembro de 2008

A Procura

Numa época em que as carências afetivas parecem estar em alta, um anúncio anônimo em um mural chama a atenção dos que passam. Todos, sem exceção, param e lêem:
Procura-se um homem. Um homem que não tema a ternura. Que se atreva a ser frágil quando necessite se deter para recuperar as forças para a luta diária.
Um homem que saiba proteger o ser a quem devotar o seu amor. Um homem que queira e saiba reconhecer os valores espirituais e que sobre eles saiba construir todo um mundo.
Um homem que, em cada amanhecer, saiba ofertar amor com toda a delicadeza para que uma flor entregue com um beijo tenha mais valor que uma jóia.
Procura-se um homem com o qual se possa falar, que jamais corte a ponte de comunicação. Um homem a quem se possa dizer o que se pensa, sem temor de que se ofenda e que seja capaz de dizer a sua esposa, namorada ou mãe que a ama.
Procura-se um homem que tenha braços abertos para que sua amada neles possa se refugiar quando se sentir insegura. Que conheça sua fortaleza, mas que nunca se aproveite disso.
Um homem que tenha os olhos abertos para a beleza. Que domine o entusiasmo e que ame intensamente a vida. Um homem para quem cada dia seja um presente de valor incalculável que deve ser vivido plenamente, aceitando a dor e a alegria com igual serenidade.
Um homem que saiba ser sempre mais forte que os obstáculos. Que jamais se apavore ante a derrota e para quem os contratempos sejam mais estímulos que adversidade, mas que esteja tão seguro de seu poder que não sinta necessidade de demonstrá-lo a cada minuto em empreendimentos absurdos somente para prová-lo.
Um homem que não seja egoísta. Que não peça o que não ganhou, mas que sempre faça esforços para ter o melhor.
Um homem que saiba receber carinho, tanto quanto demonstrá-lo.
Um homem que respeite a si mesmo, porque assim saberá respeitar os demais. Que não recorra jamais à ofensa, que sempre rebaixa quem a faz.
Um homem que não tenha medo de amar, nem que se envaideça porque é amado. Que goze o minuto como se fosse o último. Que não viva esperando o amanhã porque talvez ele nunca chegue.
Finalmente, quando este homem for encontrado, qualquer mulher o desejará amar com intensidade e com ele compartilhar a sua vida.
Extraído de Momento Espírita
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